Chestertonianas

2009 chegou e trouxe, além de um ano repleto de feriados, chuva ao Rio de Janeiro.
Mas o que eu quero escrever não tem absolutamente nenhuma relação com isso.
2008 foi um ano de pouquíssima leitura para mim. Além de bulas de remédio, li muitas receitas e um ou outro texto acadêmico, motivado meramente pelas provas que viriam. Em junho do ano passado, comprei um presente de aniversário a mim mesmo: o livro Ortodoxia, de G.K. Chesterton, lançado pela Mundo Cristão em comemoração ao centenário do livro. No seis meses seguintes, consegui a façanha de ler apenas dois capítulos. Não pelo livro ser chato, mas por preguiça mesmo. Sendo assim, aproveitei os dias de folga pré e pós final de ano para dar cabo à leitura.
Meu único arrependimento é ter demorado tanto para lê-lo.
Não vou ficar aqui dizendo tudo aquilo que Chesterton é ou foi para o cristianismo, não vou falar de seu humor ou de sua destretza com as palavras. Quero apenas deixar-lhes uma ou duas citações do livro.

pág. 102

pág. 167.
Fantástico.
até,
Duda
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