PIB - RJ, 22 de outubro de 2006
Uma noite atípica, é o que eu poderia dizer da noite de sábado na PIB do Rio.
Era a segunda noite do CONJUPIB, o Congresso de Jovens da Igreja, e apesar do que você possa imaginar, não tocamos no culto. O louvor nesse momento ficou a cargo da equipe da Igreja e de Carlos Sider. O cara é fera, não preciso dizer mais nada. A mensagem (que eu não pude ouvir pois precisei sair no meio dela) ficou a cargo do Junior, e pelo que me disseram, foi excelente.
Daí você pode perguntar: “Duda, que horas vocês tocaram então?” Ao que eu digo: depois do culto, enquanto todo mundo devorava seus lanches: viramos uma banda de churrascaria (ou de cantina de Igreja, como preferir).
Antes de prosseguir, preciso dizer que a culpa não foi de quem nos convidou. Talvez a idéia tenha sido mal planejada ou executada, mas a grande questão não é essa.
O ponto é que, como banda evangélica (ou ministério de adoração, como queira), aquilo que cantamos não é música ambiente. A música evangélica não deveria ser tratada como mero entretenimento, pois ela também é relato e mensagem da Palavra de Deus. E as pessoas (provavelmente com razão) não poderiam encarar aquilo de outra forma senão descaso, já que o intuito delas naquele momento era comer. Claro.
A situação causou um certo desconforto em nós, e, somada à péssima qualidade do som do local (nota: nós já sabíamos disso e o pessoal que nos ajudou, Ivan e Félix, fizeram o máximo para amenizar o problema), a primeira metade da noite foi, para mim, muito ruim. E eu orava, dizendo, “Senhor, o que está acontecendo?”.
Mas daí, duas coisas aconteceram: uma foi que, pelo menos eu, sosseguei, e deixei a situação no lugar onde eu deveria tê-la deixado desde o início, ou seja, com Deus. E em segundo, as pessoas que não estavam interessadas, simplesmente foram embora, deixando apenas as que estavam ali cantando e aproveitando o momento.
Fico feliz pois sei que a falta de interesse não era em Deus. Aquele era um momento de conversa, descontração e diversão. O que aconteceu foi um conflito de propósitos.
Creio que Deus foi muito bom, ao final de tudo. Creio que fomos abençoados, e creio que algumas pessoas também foram abençoadas.
Mais uma vez gostaria de agradecer ao Ivan e ao Felix pela ajuda e convite. Vocês ajudaram a melhorar a situação para a gentee ao contrário do que possam imaginar (na verdade, qualquer pessoa lendo esse texto, esses foram momentos de profundo aprendizado para nós).
Hoje temos poucas fotos...

todos, menos o Fabs

todos, inclusive a cabeça do Fabs
Um abraço a todos!
Duda
Era a segunda noite do CONJUPIB, o Congresso de Jovens da Igreja, e apesar do que você possa imaginar, não tocamos no culto. O louvor nesse momento ficou a cargo da equipe da Igreja e de Carlos Sider. O cara é fera, não preciso dizer mais nada. A mensagem (que eu não pude ouvir pois precisei sair no meio dela) ficou a cargo do Junior, e pelo que me disseram, foi excelente.
Daí você pode perguntar: “Duda, que horas vocês tocaram então?” Ao que eu digo: depois do culto, enquanto todo mundo devorava seus lanches: viramos uma banda de churrascaria (ou de cantina de Igreja, como preferir).
Antes de prosseguir, preciso dizer que a culpa não foi de quem nos convidou. Talvez a idéia tenha sido mal planejada ou executada, mas a grande questão não é essa.
O ponto é que, como banda evangélica (ou ministério de adoração, como queira), aquilo que cantamos não é música ambiente. A música evangélica não deveria ser tratada como mero entretenimento, pois ela também é relato e mensagem da Palavra de Deus. E as pessoas (provavelmente com razão) não poderiam encarar aquilo de outra forma senão descaso, já que o intuito delas naquele momento era comer. Claro.
A situação causou um certo desconforto em nós, e, somada à péssima qualidade do som do local (nota: nós já sabíamos disso e o pessoal que nos ajudou, Ivan e Félix, fizeram o máximo para amenizar o problema), a primeira metade da noite foi, para mim, muito ruim. E eu orava, dizendo, “Senhor, o que está acontecendo?”.
Mas daí, duas coisas aconteceram: uma foi que, pelo menos eu, sosseguei, e deixei a situação no lugar onde eu deveria tê-la deixado desde o início, ou seja, com Deus. E em segundo, as pessoas que não estavam interessadas, simplesmente foram embora, deixando apenas as que estavam ali cantando e aproveitando o momento.
Fico feliz pois sei que a falta de interesse não era em Deus. Aquele era um momento de conversa, descontração e diversão. O que aconteceu foi um conflito de propósitos.
Creio que Deus foi muito bom, ao final de tudo. Creio que fomos abençoados, e creio que algumas pessoas também foram abençoadas.
Mais uma vez gostaria de agradecer ao Ivan e ao Felix pela ajuda e convite. Vocês ajudaram a melhorar a situação para a gentee ao contrário do que possam imaginar (na verdade, qualquer pessoa lendo esse texto, esses foram momentos de profundo aprendizado para nós).
Hoje temos poucas fotos...

todos, menos o Fabs

todos, inclusive a cabeça do Fabs
Um abraço a todos!
Duda
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